quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Ducati confirma quais motos venderá no Brasil



Lista tem Diavel, Monster, Multistrada, Streetfighter, 848 e Panigale.
Marca italiana, no entanto, ainda não diz quando começam as vendas.

A Ducati – que recentemente assumiu suas operações no Brasil, até então delegadas ao Grupo Izzo – confirmou na última segunda-feira (26) quais modelos serão comercializados no mercado brasileiro. Além da Diavel, que já teve sua montagem em Manaus (AM) anunciada, a marca italiana venderá os modelos Monster 796, Streetfigter 848, Multistrada 1200, 848 EVO e Panigale 1199.

A naked Monster 796, com um motor de 803 cm³ e 87 cv, é o modelo de entrada da Ducati, enquanto a superesportiva Panigale 1199, com 195 cv, é a mais potente da gama.

A Ducati não diz, no entanto, quando exatamente começa a vender as motos – informa apenas que os modelos “estarão disponíveis para o público brasileiro ainda este ano”.

Kawasaki Z800 chega oficialmente ao Brasil



Em evento realizado nesta quarta-feira (30), no centro de treinamento da Kawasaki, em São Paulo (SP), a marca japonesa anunciou o lançamento de mais um modelo para o mercado brasileiro. Trata-se da Kawasaki Z 800, motocicleta que chegou para ocupar o lugar da Z750 e que chegará às concessionárias no fim de fevereiro disponível nas cores verde, branca e preta, com o preço público sugerido de R$ 35.990 (standard) e R$ 38.990 na versão ABS.

A Kawasaki Z800 foi lançada especificamente para o mercado europeu e chega ao mercado nacional três meses após a apresentação mundial no Salão de Colônia, em outubro de 2012. A nova streetfighter é ainda mais forte e mais potente que a Kawasaki Z750, além de possuir um visual absurdamente mais agressivo que a sua irmã recém aposentada.

Em 2009, a antecessora Z750 se tornou o primeiro modelo de 4 cilindros da Kawasaki produzido fora do Japão, inaugurando a recém-instalada fábrica da Kawasaki Motores do Brasil no Pólo Industrial de Manaus. Desde janeiro de 2013, essa mesma linha de montagem cedeu lugar para a produção da Z800, para atender ao crescente mercado de motocicletas premium no Brasil.

Segundo Ricardo Suzuki, gerente de planejamento da Kawasaki, “é com muita satisfação que estamos consolidando a Kawasaki como a marca que oferece a mais completa linha de motocicletas de alta performance no Brasil, trazendo lançamentos mundiais em tempo recorde para o mercado brasileiro. O desafio agora é substituir a Z750, o segundo modelo mais vendido da nossa linha, num segmento do mercado extremamente concorrido. Com as inúmeras inovações da Z800, temos a certeza de estar lançando mais um best-seller, que deverá conquistar ainda mais admiradores para a marca Kawasaki”.

Comparando a Z750 com a recém lançada Z800, os números demonstram as reais modificações, além do design é claro. O consagrado motor de 4 cilindros em linha teve sua cilindrada aumentada, de 748 para 806 cc, resultando em aumento correspondente da potência de 106 para 113 cv e do torque de 8,0 para 8,5 kgf.m.
Seu peso também mudou e a Z800 é um pouco mais pesada que a sua antecessora Z750 que tem peso em ordem de marcha de 226 kg (standard)/230 kg (ABS) contra os 229 kg (standard)/ 231 kg (ABS) da nova naked. Além disso, o tanque de combustível da nova Z800 está 1,5 L menor, prejudicando sua autonomia que será ainda menor em decorrência do aumento da potência.

Totalmente renovada, podemos considerar que a Z800 é uma nova moto e poucas peças da Z750 foram mantidas. No novo chassis, o quadro tubular de aço de alta resistência é complementado por um sub-chassis de alumínio fundido, com a fixação do motor mais próximo do seu centro de gravidade, reduzindo as vibrações transmitidas ao piloto. A postura é ligeiramente inclinada para a frente (frente abaixada, traseira levantada), contribuindo para o visual mais agressivo. A geometria do conjunto resulta em uma pilotagem com alta responsividade, agilidade e estabilidade.

As suspensões foram otimizadas para o aumento de potência e a nova rigidez do chassi. Tanto o garfo dianteiro invertido de 41 mm da Kayaba como o amortecedor traseiro a gás do tipo Uni-Trak são ajustáveis no amortecimento de retorno e na pré-carga da mola. O sistema de freios também foi redimensionado, com o duplo disco dianteiro aumentado para 310 mm, com duas pinças opostas de 4 pistões. Assim como na Z750, a Z800 oferece a opção do ABS instalado de fábrica.

Além das mudanças estruturais, o tanque de combustível também foi redesenhado e está mais estreito junto às pernas do condutor. A posição de pilotagem natural e relaxada proporciona uma experiência de pilotagem prazerosa em qualquer ambiente.

Completando os requintes de estilo da Z800, a lanterna traseira de LED forma uma dupla de letras “Z” quando acesas, enquanto o moderno painel de instrumentos totalmente digital está mais completo e possui novas funções personalizáveis como o conta-giros que pode ser visualizado de três formas diferentes.

Com todos estes atributos, com certeza a Kawasaki Z800 vai conquistar muitos motociclistas brasileiros que buscam uma motocicleta com a potência próximo a de uma 1000cc, mas com um jeito mais dócil de uma 600cc.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Dica Mototur...


Antes de qualquer etapa, mesmo antes de sair de casa com sua moto, verifique se as rodas estão bem firmes assim como freio, caso não estejam e forem pra uma aventura, levem um para-quedas por precaução.

Foto: Autor desconhecido, aguardando créditos do autor.

Montadoras lideram número de recalls, diz Ministério da Justiça

O Ministério da Justiça divulgou balanço nesta segunda-feira (21) que aponta a realização de 65 campanhas de recall no ano passado. Segundo a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a maioria das iniciativas para a reparação ou substituição de produtos com defeitos continua sendo do setor de veículos, com 64,6% das campanhas do ano passado, seguido de motocicletas (23,1%).

Na área de produtos, que responderam por 10,77% do total, o ministério apontou produtos como disjuntores elétricos da General Eletric, preservativos da Hypermarcas, caixas acústicas da Disac, tubos de coleta de sangue da Becton Dickinson e shampoo da Avon. Já a área de alimentos representou 1,5% do total, com um recall de ovos de páscoa da Arcor.

O número de campanhas de recall em 2012 ficou abaixo em relação a 2011, quando houve 76 iniciativas para mobilizar os consumidores a substituírem produtos adquiridos.

A secretária Nacional do Consumidor, Juliana Pereira, apontou a importância de uma ação rápida por parte das empresas, além da participação dos consumidores para a reparação de produtos e serviços defeituosos. "É uma medida fundamental para se evitar acidentes de consumo", afirmou.

Fonte: Globo

domingo, 27 de janeiro de 2013

Honda lança CRF 250M

Desculpem estivemos com umas indisponibilidades técnicas mas estamos no ar novamente para deixá-los a par das novidades do mundo de duas rodas.



Praticamente uma nova versão da CRF 250L, que começa a ser comercializada no Brasil ainda neste primeiro trimestre, a recém-apresentada versão motard compartilha com a trail o mesmo propulsor monocilíndrico com arrefecimento à líquido e câmbio de 6 marchas.

Para adaptar-se à proposta, a CRF 250M trocou os pneus de uso misto e as rodas com aros 21” na dianteira e 18” na traseira da versão trail por um conjunto mais esportivo. No caso, rodas aro 17” e pneus 100% para asfalto. A suspensão invertida da versão “L” foi mantida, porém, com o devido ajuste para as medidas das rodas e comportamento dinâmico esperado para essa nova configuração.

No resto, a moto é idêntica a versão L. A CRF “M” chegará com duas opções de cores: Preto ou Preto/Vermelho. Na moto Preto/Vermelho, os aros são pretos e no modelo monocromático, os aros são dourados.

Inicialmente esse modelo será comercializado apenas na Tailândia, país onde são fabricados os modelos CBR 250R e CRF 250L. A Honda não confirma, mas como a versão trail já foi anunciada aqui no Brasil e a CBR 250R já está nas ruas, é muito provável que esta nova motard venha completar a família 250 também aqui em nosso país. Vamos aguardar.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Honda PCX 150 chega em abril com tecnologia para poupar combustível


A Honda apresentou novidades para o Brasil no final de 2012, entre as quais o PCX 150, modelo para quem busca um scooter maior e mais potente que o Lead 110. O modelo será produzido na fábrica de Manaus (AM) e chega às concessionárias em abril trazendo um inédito sistema start-stop -- batizado pela fabricante de "Idling Stop" -- que desliga o motor em paradas rápidas e o religa com a ação do acelerador.

Embora o modelo nacional seja feito com base no scooter produzido na Tailândia, o PCX 150 tem estilo europeu, mercado onde estreou em 2012 como alternativa à versão de 125 cc. Com linhas modernas, chama a atenção por eliminar o vão existente entre o assento e o escudo frontal, presente na maioria dos veículos do gênero, inclusive no Lead 110. Mesmo assim, conserva a postura de pilotagem ereta do segmento, embora os pés do piloto fiquem separados pelo túnel central.

No PCX 150, o próprio conceito do escudo foi revisto. Eliminado, melhor dizendo. Nele, as proteções colocadas acima dos estribos, em conjunto com a carenagem frontal composta por vincos acentuados, dissipam o vento que viria em direção ao piloto, protegendo-o de uma forma diferente do convencional "paredão" que caracteriza a maioria dos scooters.

O farol complementa a proposta de visual moderno. Em forma trapezoidal, ele integra os piscas dianteiros, eliminando peças salientes e ajudando a criar a impressão de que todo o corpo do PCX 150 foi esculpido em um único bloco. As rodas de liga leve de 14 polegadas (com pneus 90/90 da dianteira e 100/90 na traseira) completam o conjunto e são uma vantagem para conviver com os buracos de nossas ruas.

ECONOMIA INTELIGENTE
O PCX 150 conta com um motor monocilíndrico de 153 cm³, com refrigeração líquida e comando simples no cabeçote (SOHC). Alimentado por injeção eletrônica, ele é capaz de gerar 13,6 cv a 8.500 rpm e 1,42 kgfm de torque, a 5.250 rpm. Tudo isso com um único foco: a economia de combustível. Segundo a Honda, o scooter é capaz de atingir 40 quilômetros por litro (o tanque tem capacidade para 5,9 litros).

Para garantir o baixo consumo, a marca recheou o PCX 150 com uma série de novidades mecânicas que incluem peças redimensionadas para reduzir a fricção no motor. Pistão mais leve para reduzir o atrito com as paredes do cilindro, uma ventoinha menor que otimizou o funcionamento do radiador e rolamentos especialmente desenhados para diminuir o atrito no conjunto de transmissão são algumas das alterações.

Mas a grande novidade do scooter é o "Idling Stop". Ativado por meio de um dispositivo no manete da mão direita, o inédito sistema faz com que o motor do PCX 150 pare de funcionar após três segundos de inatividade, religando-o em seguida após o primeiro movimento do acelerador. Um sistema similar já utilizado em carros há alguns anos.

Na prática, o sistema se assemelha à função stand-by dos aparelhos eletrônicos. Da mesma forma que a sua televisão parece desligada quando aquela luz vermelha está acesa no display, mas mantém funções básicas para ser religada. Quando o piloto gira o acelerador, o propulsor religa. Dessa forma, ajuda a reduzir o consumo de combustível.

CONFORTO DE GENTE GRANDE
O desenho moderno e a economia de combustível não foram os únicos tópicos que a Honda levou em conta na hora de criar o PCX 150. Montado sobre um chassi tubular do tipo underbone -- o que justifica o túnel central entre as pernas do piloto --, o scooter oferece assento em dois níveis que inclui apoio para a base da coluna do piloto. Um item que, até então, era comum por aqui em modelos de porte maior, como o Dafra Citycom 300i e os Suzuki Burgman 400 e 650.

Nos freios, o PCX apresenta o Combined Brake System, sistema que distribui igualmente a carga exercida sobre o disco dianteiro de 220 mm (com pinça de três pistões) e o tambor traseiro (de 130 mm).

Com a chegada do novo produto ao mercado, a Honda oferece mais uma opção aos clientes que buscavam um scooter com maior desempenho que o Lead 110. Por enquanto, a marca não divulgou o preço.